- Uma coisa? - Questionas-me.
- Sim. - Respondo-te.
- O amor é uma coisa...
- Lá estás tu a tentar escolher, e separas as coisas de uma maneira tão abrupta! Etão o que é? Não sabes que todas as coisas estão impregnadas da mesma intenção, quer seja humana ou divina? Olha à tua volta... Não vez que o que mantem as coisas de uma determinada forma é a intenção com que são feitas... os átomos móvem-se numa dança infinita, entram e saem, atravessam o infinito e tudo se mantem até que haja mudança de planos.
-Então o amor é a intenção, também?
- É, e como vejo que começas a perceber, já nem te respondo. Assim, quem sabe, te adaptas à onda ou à vibração do amor. E saindo-me a frase sem que me aperceba, digo-te: Dança, agora, ou então canta que dançam as coisas...
olha só o que eu achei

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